O cancelamento à Rússia em prol do nazismo humanitário na Ucrânia.

O cancelamento à Rússia em prol do nazismo humanitário na Ucrânia.

Falar que as pessoas são contra o nazismo, o racismo e o preconceito é viver no mundo onde não existe ódio, psicopatas e interesses pérfidos, definitivamente esse mundo não existe!

Muitas pessoas gostam sim de nazista, até mesmo alguns judeus gostam. Por que? Porque Hitler é a figura de homem forte e determinado que todas empresas e pessoas do mundo competitivo apreciam. Falar que não gosta do nazismo e empregar competitividade a qualquer custo, aplicar metas e dobrá-las sem se interessar pelos aspectos humanos emocionais, pregar a cultura do mais fortes, sem o mimimi e determinar um padrão de perfeição para as vestes e aparência humana, são valores do nazismo. Gostar desses valores e falar que não gosta do nazismo é o mesmo que dizer que gosta de ir ao puteiro mas não gosta de pornografia…

Veja no caso da Ucrânia, o país é celeiro do nazismo moderno, tudo o que fazem uma histeria enorme condenando o nazismo no Brasil, é feito livremente na Ucrânia nem por isso as mídias deixaram de vender a imagem do país como um país em situação pior do que qualquer outro país pobre da África.

Veja que atualmente para sair de Kiev e fugir dos conflitos militares anunciados previamente para área, em vários pontos não é permitido a negros, morenos ou pardos embarcarem em trens para outras regiões da europa, o impedimento é feito por autoridades ucranianas e não ucranianas também. Você vê os jornais noticiando esse fato, não! Claro! As pessoas se sensibilizam mais com pessoas brancas de olhos claros, novas e atraentes, ainda mais se forem simpatizantes ao nazismo, afinal a fama que se tem dos nazistas é de serem pessoas ordeiras, determinadas e disciplinadas, até mesmo para fazerem crueldades.

Veja, no Brasil por causa de alguns políticos envolvidos em corrupção, se afirma que o partido inteiro desses políticos é corrupto. Agora na Ucrânia é diferente: o país conta com vários movimentos neonazistas integrados à política e aos esportes como o Azov, o Right Sector e o partido de extrema direita SVOBODA, mas o país não pode ser chamado de nazista…

Jogadores de futebol relatam que quando vão jogar em times ucranianos que não sejam do Donbass, são achincalhados pela torcida, além de sofrerem o desprezo dos próprios colegas, aquele famoso assédio moral típico nas empresas quando querem que o funcionário peça as contas: isolam o jogador evitando colocá-lo em suas reuniões, evitam chutar a bola para ele, se existem um evento, chamam todos para participar menos o jogador moreno ou negro ou estrangeiro.

A corrupção no país rola solta, a ponto do filho do presidente americano Biden, em 2014, ano em que a Ucrânia sofreu golpe, ter ganhado daquele ano até 2019, segundo o site Isto É Dinheiro, 50.000 mil dólares por mês para ficar no conselho administrativo da Burisma. Trump quase sofreu um impeachment por ter tentado forçar as autoridades daquele país a darem mais informações sobre a lucrativa vida dos Bidens naquele lugar.

Na Ucrânia o nazismo e o comunismo, teoricamente foram proibidos, mas na prática os neonazistas disfarçam um pouco os símbolos e gestos do nazismo tradicional e continuam atuando livremente, para o governo ucraniano e norte americano, os nazistas paramilitares e partidos têm uma função muito útil que seria repelir os russos, por isso os governantes locais como Zelensky ,fazem de conta, assim como a mídia ocidental em 2022 que o nazismo é uma ficção naquele quando na verdade ele é bem atuante, inclusive com uso de limpeza étnica: Se um militar do governo ucraniano for no Donbass matar famílias que não falam ucraniano mas russo, ele ganha o terreno daquela família que matou… Você escuta isso nas televisões por aí? Não! Elas devem ganhar muitos incentivos financeiros para isso de ONGs ligadas à CIA especialistas em promoverem “primaveras árabes” pelo mundo todo.

No Brasil, curiosamente, boa parte daquele pessoal de 2014 que concordou com em todo tipo de malabarismo judiciário para se cassar políticos do PT, mora no sul do país e é favorável à vitalização da Ucrânia como fosse o país mais castigado do planeta, uma espécie de nova
Serra Leoa, com a diferença de ter pessoas brancas, de olhos claros envolvidas, o que mobiliza toda mídia que desprezou os vários ataques feitos em países africanos. Seria uma coincidência?

A Ucrânia é tão nazista que o seu maior herói nacional foi literalmente um nazista, mesmo em tempos de Black Lives Matter, ruas e lugares levam o seu nome como forma de homenagem, Stepan Andriyovych Bandera, acusado de ter mandado para a vala mais de 15.000 pessoas no regime nazista, entre elas, inclusive ucranianos. Ninguém atira fogo nos posteres e nomes de ruas que levam Stepan Andriyovych Bandera neles, uma das principais avenidas em Kiev, inclusive leva o seu nome e pode ser vista no Google Maps clicando AQUI.
Para o público em geral, consumidor de programas enviesados e canais que defendem o neoliberalismo, a Rússia merece ser cancelada por querer se defender de um país que tinha ordem para pedir para entrar na OTAN escondendo o real intuito que era apontar armas de espionagem e ofensivas contra o centro de comando de Moscow, causar discórdia e impedir a União Europeia de obter gás russo. A imprensa mesmo, a um tempo atrás, admitia que a Ucrânia era sinônimo de neonazismo como mostra a figura abaixo do G1 no Twitter, eles mudaram de opinião magicamente agora:

Alguém sabe me dizer por que a ex bolsonarista, na época em que Bolsonaro foi eleito, Sara Winter, falava em “ucranizar o Brasil” se, assim como dizem, a Ucrânia é um país comum que não é nazista? Por que Sara Winter não falou em “africanizar o Brasil” ou “mexicanizar o Brasil”, por que justatamente ela escolheu o termo “ucranizar”? Seria mais uma dessas coincidências da vida? Lembrando que a imprensa faz questão em frisar que tudo o que ocorre na Ucrânia não é neonazismo, é tudo apenas um fenômeno político pontual e todas pessoas na Ucrânia gostam de negros e estrangeiros, igual acontece na Vila Mimosa… Os poucos nazistas que lá existem, existem nas mesmas quantidades no mundo todo, essa imprensa alega.

Por que as pessoas se comovem com a Ucrânia e não com os ataques ingleses e americanos feitos na África? Quando falamos da África, logo nos vem à mente países como Somália, Libéria e Serra Leoa, países estes ligados à miséria e à fome, ou seja, em nossa mente é visto como países sinônimos de fraqueza, pobreza e atraso. As pessoas querem estar associadas à imagem de sucesso mesmo que o sucesso não seja delas, um caso típico é o futebol , onde o cidadão continua pobre mas exalta as vitórias do seu time de futebol como se fosse uma vitória dele, é uma espécie de transferência de sucesso psicológico: eu estar ao lado de algo grande me fará ser grande também, pelo menos em tese. Por isso as pessoas se identificam mais o nazismo e com a europa, o nazismo representa ação de ter o poder a qualquer custo através do uso desmedido da força, hoje em dia, principalmente no mundo empresarial, as pessoas valorizam muito essa característica; A europa representa no inconsciente coletivo a sofisticação, o dinheiro, a cultura, a civilização, então se eu defendo em tese essas duas coisas, eu quero dizer ao mundo que eu sou culto, esforçado e determinado.

Junta-se aos fatos que por conta dos fatores históricos, a maioria das pessoas bilionárias no mundo são brancas, por isso o nazismo consegue tantos simpatizantes: em locais decadentes como o Brasil vemos um monte de gente necessitada nas ruas pedindo esmola por todos os cantos, geralmente essas pessoas, pelo perfil do povo Brasileiro, são morenas, pardas e logo já é feita a associação da cor mais escura da pele à pobreza e a pele branca à riqueza. E isso ninguém tem coragem de dizer, é por isso que noticiários falam e falam horas e mais horas sobre a Ucrânia, nas mentes dessas pessoas de classe média alta que estão nos bastidores de televisões, jornais e rádios, é uma novidade ver pessoas brancas e em boa parte, simpáticas ao nazismo, passando necessidades. O “normal” na cabeça delas é ver negros ou pardos lutando e sofrendo em conflitos espalhados pelo mundo, enquanto os brancos ficam só para as funções administrativas. Somando-se a tudo isso o fato dos Estados Unidos estarem através de ONGs injetando dinheiro na desestabilização de países pelo mundo a fora para eles venderem armas depois para as partes conflitantes, gerando então uma vasta comoção internacional de quem guia sua vida pelo que sai nos noticiários.

As pessoas então começam a agirem feito bichos guiados pela emoção: ignoram o nazismo, afinal de contas é uma atrocidade enorme ver pessoas claras , de olhos claros nessas situações, isso é só “normal” lá na áfrica, na Ucrânia não pode! Temos que nos mobilizar…

E olha que invasão ucraniana de longe é a menos violentas das que aconteceram recentemente. Morre relativamente tão pouca gente que países como a Alemanha estão mandando armas para lá para ver se civis que não têm treinamento algum, morram em um número maior! Parece ser o carma da Alemanha mesmo sempre se envolver com a ajuda a nazistas…

A verdade é que o governo ucraniano precisa das suas milícias neonazistas pois elas são forças dispostas a tudo para matarem russos distantes. O governo de apoia nelas para se sentir seguro contra a Rússia e por isso é legítimo chamar o governo de neonazista, defendido pelas Bárbies Fascistas do Brasil visto com bons olhos pela imprensa ocidental.

Agora não importa se você é nazista ou não, você pode fazer elogios nazistas à Ucrânia no Facebook (empresa Norte Americana) que o seu perfil não é bloqueado ou apagado mais. No Brasil as pessoas não ligam mais que ruas e monumentos na Ucrânia levem nomes de nazistas influentes, é tudo coincidência, todo mundo vai fazendo uma cumplicidade enorme com a pobre Ucrânia que tem em sua sociedade várias ramificações do nazismo, é tudo normalizado, basta só mudar um traço ou cor da suástica e pronto, aí pode ser nazista e apoiar o governo que não pega nada.

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